RSS

Arquivo mensal: fevereiro 2012

Como sempre

Mais um problema com aluno portando arma, ferindo terceiros etc.
Como foi no Rio, no Exterior, acontece também no nordeste.
Mais um motivo para politiqueiros protegidos por jagunços falar em proibir a venda de armas no Brasil. Como se lei funcionasse por aqui.
Armas não ferem pessoas. Pessoas ferem pessoas. Se for querer retirar as armas, então deverão proibir a venda de facas, foices, machados, garfos, garrafas de vidro, carros, motos… Devem proibir até mesmo que pedras existam.
Pode ser o caminho certo mas o país precisa mudar muito pra chegar lá.
politico sem noção
Políticos sem noção fazem leis idiotas, aumentam seus salários (exorbitantemente).
A PM e os Professores podem reduzir o abismo que há entre as classes e se unirem. Os professores representam a classe que foi maltratada pela PM na ditadura e a PM representa o alvo de fortes críticas dos professores, principalmente nas universidades. Agora é hora de dificuldade, é hora das classes darem as mãos.
O que seria de mim sem os tantos professores que tive?!
É preocupante a situação dos professores nas escolas de hoje. Vamos agradecer, em parte, aos “fantásticos” idealizadores do modelo em que aluno pode tudo e professor num pode nada.
Parabéns! Os alunos estão aprendendo mais e melhor… o Brasil é lindo…
Anúncios
 
Deixe um comentário

Publicado por em 29 de fevereiro de 2012 em Falando Sério, Mundo cão, Pior é na Guerra

 

Sobre interagir com pessoas

Amanhã vou mandar os dvd’s pelo correio de novo. Aquela agência da Vitória. Ou poderia almoçar no Shopping Barra e mandar de lá. Tem aquela outra agência na Graça também. É melhor. Porque a senhora da agência da Vitória insiste para que eu compre a embalagem com as bolhinhas. Ela diz que meu dvd pode quebrar. Ela me trata como uma criança. Ela quer me empurrar a droga da embalagem com as bolhinhas e me cobrar, sei lá, R$ 2,50 a mais. Não adianta dizer que mando os meus dvd’s há anos em embalagens de papel. Nunca aconteceu nada. O que poderia acontecer? Eles não vão quebrar. Agora eu vou ter que ir em agências mais distantes por causa dela. Não quero ter que ir lá de novo e ser incitado a comprar uma embalagem idiota.

Antes eu sempre ia no correio do Salvador Shopping. Lá tinha esse cara que queria ser meu amigo e sempre buscava interação. Algumas pessoas precisam interagir. Aí ele me perguntou se eu era cineasta, porque eu ficava mandando embalagens para festivais de cinema. Eu disse que sim, que estudava cinema. Então ele me contou sobre um documentário que um amigo dele tinha feito e começou a entrar em detalhes sobre o filme. Aquela pessoa que não sabe conversar e que precisa entrar em detalhes que não cabem em uma conversa entre pessoas que mal se conhecem. E ele me deu o nome do documentário e do diretor do filme e pediu para eu assistir. E pediu uma opinião. Agora eu teria que assistir a droga do filme. Ok, não custaria nada assistir o filme. Já pedi para muita gente assistir meus filmes. Não faço mais isso. De qualquer maneira, eu tinha que assistir o filme e eu não gosto de obrigações. Agora eu tinha que assistir o filme para poder dar uma opinião. E essa opinião levaria a uma conversa. Nunca mais voltei lá.

Minha mãe é católica. E ela tem afinidade com o Santo Antônio. Então algo bom aconteceu comigo há sei lá quanto tempo e ela pediu para eu dar 13 pães para alguém. Alguém pobre. Porque fazia parte de uma espécie de promessa que ela tinha feito. E Santo Antônio dava pães, ou algo do tipo. Eu era adolescente. Então eu fui na padaria comprar os pães. Eu estava envergonhado. Pensei que se eu pedisse 13 pães saberiam que era para pagar algum tipo de promessa e eu não queria que soubessem disso. Então eu pensei em pedir 14 pães. Eu comeria 1 pão e daria o resto para alguém. Então eu pedi 14 pães e fui para a rua. Tinha um menino. Perguntei se ele queria os pães e ele pegou o saco da minha mão. Ele começou a comer o primeiro pão e só aí eu lembrei que não havia comido o 14º pão. Então eu pedi gentilmente para que ele me desse um dos pães, porque eu precisava que ele comesse apenas 13, ou então nada faria sentido. Foi quando outros garotos se aproximaram e eu resolvi deixar para lá. Voltei para a padaria. Pensei: “Dane-se. Vou comprar 13 pães. Vou dizer que o saco rasgou.” Pedi 14 pães. O cara brincou sobre o fato de eu comprar 28 pães no intervalo de 20 minutos. Eu disse que o saco rasgou e o dono da padaria ouviu. “Já falei pra você usar o saco maior”. Acredito que eles brigaram. O padeiro deveria estar cansado do dono e resolveu extravasar. Me senti culpado. Comi um pão, deixei o saco com 13 pães na rua e nunca mais voltei lá.

 
2 Comentários

Publicado por em 28 de fevereiro de 2012 em WTF?!

 

Melhor desistir

Quando as coisas estão destinadas a dar errado, pode ter certeza, elas darão. Por mais que você lute contra o destino, espere que tudo dê certo, o que está programado pra dar errado – é certeza – vai dar errado!
Diria mais. Diria que a maior chance é de dar errado da pior maneira e de modo que cause o maior dano possível.

Era um sábado.
Meu último sábado já havia começado mal.
Eu teria aula o dia inteiro e, logo depois da aula, ia rumar pra linha verde.
Dormi tarde na sexta, deixando tudo já arrumado, pra minimizar o meu tempo dentro de casa caçando as coisas todas de manhã cedo e podre de sono.
Dormi mal, acordei mais cedo do que queria e resolvi aproveitar esse ‘tempo extra’ a meu favor, saindo de casa mais cedo, com a certeza de que chegaria na aula pouco antes do horário e conseguiria pegar o material com meus colegas sem perder as explicações da aula.
Só que, na pressa de sair de casa, esqueci a minha parte das apostilas e tive que voltar em casa…

Lógico que isso iniciou um efeito em cascata de atraso: cheguei de volta no ponto, quase meia hora esperando ônibus!
Cheguei tarde na aula, cansado, com sono, com fome e o dia só estava começando! Foi uma correria danada nesse dia. E uma exigência da minha atenção além dos limites.

Quando finalmente tudo acabou, no fim da tarde, corri pro ponto de ônibus e percebi que tinha perdido meu mp3 player!
Procurei na mochila cheia de coisas de viagem, e na sacola com as apostilas que eu tava carregando, mas não estava lá.
Voltei no restaurante do almoço e na na faculdade, mas não achei meu mp3 player.

Me recompus, esperei mais meia hora por um ônibus para ir pra casa do carona e… tinha uma obra no caminho!
1 hora pra fazer um caminho de 20 minutos. E o brother já tinha ido, levado outra pessoa, deixando uma vaga num carro que iria sair duas horas depois.
Claro que a pessoa que sairia duas horas depois não faria o mesmo percurso… faria um percurso ligeiramente maior, aumentando ainda mais a demora em chegar lá.

Eu já estava puto e quase desistindo da viagem quando a carona chegou e fomos… demora aqui, acolá, trânsito, etc.
Claro que, como eu já disse, as coisas dão errado da pior maneira. Logo após o pedágio, o pneu furou e o cara queria que a concessionária viesse trocar, afinal ele pagou pra isso. E tome espera e mais espera… o telefone longe, claro. E nós ali, parados, no meio do nada, no escuro, sendo comidos por mosquitos, por duas longas horas, à espera do socorro… quando o cara decidiu mandar a concessionária pra ponte que o partiu e trocar o pneu.

Quando finalmente consegui seguir viagem, mais merda… ou melhor, xixi… pois é. Bebi tanta água pra passar a raiva e esqueci de colocar esta mesma ‘raiva’ pra fora.

Daí, eu chego em casa cansado, sujo, comido por mosquitos, com sono, com fome, quase me mijando e:
1) Não tinha ninguém em casa ainda
2) Quando chegaram (tarde) vi que o chuveiro estava queimado e tinha que tomar banho frio
3) Não tinha comida pronta e tivemos que ir pra rua comer…

Acho que essas coisas só acontecem comigo…

 
Deixe um comentário

Publicado por em 27 de fevereiro de 2012 em Mundo cão, Pior é na Guerra, WTF?!

 

Amaldiçoado

Na vida, sempre temos a possibilidade da escolha: É onde nasce a fantasia.

Perceba que, sempre que nasce a escolha, ao mesmo tempo nasce também a fantasia. A escolha que fazemos, seja lá qual for, é a realidade. O caminho que decidimos não seguir, é onde vive a fantasia. Antes da decisão, da escolha que fazemos, quaisquer caminho a ser seguido traz à vida a fantasia. Mundo pequeno este nosso, com definições estáticas que escopeiam a realidade. A fantasia é mais ampla, traz consigo infinitas possibilidades e, com estas, infinitas formas de vida. Perceba que (matematicamente falando) a realidade é como uma função linear, e a fantasia, todos o espaço difuso que margeia a realidade.

É por isso que, para mim, nunca fez sentido aquele papo acalentador de que “que graça teria a vida se tudo fosse felicidade?”. Nunca fez sentido pois esta é uma realidade à parte, uma fantasia, uma possibilidade que não permeia o mundo ou a vida que temos. “Vida sempre feliz”, o escopo é bem definido, sucinto, direto, claro e simples. Ninguém conhece esta fantasia pura. No mínimo, deveriam ser consideradas duas possibilidades: Esta realidade ser boa, ou não. Vamos ler novamente: “Vida sempre feliz”. Duas possibilidades. Bem, ser sempre feliz me parece uma boa, não? Se tivesse que fazer uma escolha, esta seria a minha. Mas por que diabos as pessoas preferem acreditar que não? A resposta também me parece simples. Aceitar/acreditar que esta possibilidade é boa traria uma angústia tremenda ao se encarar a realidade e ver que ela jamais poderia ser como a fantasia, ou seja, se sua vida jamais será de pura felicidade, sempre e a cada momento, então por que aceitar que uma fantasia seria melhor que sua própria realidade? Mais um “ou seja”: Seria então por temor a aceitar que sua realidade é pior que uma possibilidade/fantasia?

Enfim, a fantasia dá ótimos frutos. Para mim, um dos frutos mais saborosos é a esperança. Com o nascimento de uma fantasia, o desejo de que ela se concretize é alimentado pela esperança. Esse desejo é a fé. Esperança e fé nos move, nos faz caminhar numa direção determinada, sempre à caminho da glória, do sucesso, a realização do plano, da fantasia. Numa visão um pouco mais ampla, a fantasia fundamenta o sonho, objeto particular e privado de cada um. E este terreno é bastante sensível, há de ser tratado com bastante cuidado e carinho, porque ele motiva a própria vida. Temos todos que ter sonhos e fantasias! Lembro do comentário que, certa vez, minha mãe fez, durante uma conversa: “Quem não tem um sonho, não tem um porquê de estar vivo”. Ela estava certíssima. Sem um sonho, há o risco de não termos metas, objetivos, traçarmos planos, e por aí vai. Mas fazer a manutenção de um sonho, de uma fantasia, é que pode ser complicado. Não tem jeito: Todos gostamos de resultados! Numa longa jornada, que pode ser bem cansativa, precisamos re-estabelecer energias, e a fé que depositamos em se chegar ao fim da jornada, precisa ser alimentada com resultados menores, com vislumbres, com estímulos que mantenham o pensamento de que aquele sonho, aquela fantasia, é possível. Mas nada é eterno. Os sonhos e as fantasias também morrem. É triste ver um sonho padecer. Outros podem vir, mas um sonho é bem pontual, bem característico, bem pessoal e bem particular. Com a morte de um sonho, uma parte de nós também é enterrada, e por vezes, viva. Portanto, os sonhos têm que ser tratados com carinho, sejam os seus, sejam os alheios. Sem eles, esmaecemos, ficamos fracos, frágeis. E temos que estar atentos a eles, pois a vida é temporal, o tempo não pára (como pregou Cazuza), e se estamos sempre seguindo em frente, não há como voltar atrás.

O fato é que gostamos de nos sentirmos fortes, cheios de nós mesmos, seguros. É um “sentir-se bem” que transforma até mesmo a nossa realidade. Desta forma, havendo um caminho e recompensas que nos move através dele, nos sentimos poderosos e altivos, e a vida, com toda a sua complexidade, nos parece mais fácil de ser encarada de frente. É quando abraçamos o sentimento de que não existe batalha ou guerra que não possa ser vencida por nós. Entendeu? Pois bem, então tenha um olhar para o inverso desta situação. E se lhe parece ruim, pode ficar pior. O parâmetro exterior humano atual vem se mostrando cada vez mais doentio, quanto à sua posição diante da fraqueza alheia. Como numa guerra, bala pra todo lado, um deus-nos-acuda, melhor matar para não ser morto, medo constante, todo cuidado é pouco, e ao fraquejar, nasce o risco de um conjunto de palavras serem ouvidas: “Vai chorar, é?”. Bem, em princípio, as fantasias e sonhos são positivos, bons. O caminho para chegar “lá” é tortuoso, complicado, por natureza. Por outro lado, a realidade busca combater este destino. Não deveria acontecer desta forma, mas muita coisa simplesmente “não deveria”. C’est la vie. Seja como for, existe sempre o desejo de mudança, que por sua vez é sempre complicada, seja por qual for o motivo. É importante, então, estar sempre atento aos próprios comportamentos e policiar suas próprias atitudes, como objeto transformador de um meio social onde se está inserido. Certamente torna-se mais próximo, talvez mais viável e vislumbrante, a possibilidade real de se atingir um objetivo sonhado, desejado, que possa ter vindo de uma fantasia (ou não), mas que é motivador e motivado a uma realidade muito mais pacífica e tranquila, quiçá também mais bela. Na fundação, repousa a figura do “respeito”.

É por isso, por tantos motivos, para tanto esclarecimento, tanta prolixidade, que acabamos sendo apelativos em tantos momentos. Tem muita gente sufocando, muita gente sendo sufocada, e mais pessoas ainda rindo, incólumes, das desgraças alheias, de sonhos e fantasias defenestradas ao esquecimento, numa beleza mórbida e impassível que incomoda. É fácil ridicularizar, humilhar! Mas é importante estar atento e detectar a maldade, e combatê-la, sob o risco de permitir o fim de mais sonhos, fantasias, desejos, realizações, em função do engrandecimento do medo e o esmaecimento da alma. Portanto, cuidado! E se você chegou até aqui, lendo palavra após palavra, linha após linha, fica aqui o meu “muito obrigado” pela sua atenção e paciência. Vou/vôo tranquilo!

 

Outro divisor!

Radiohead - Ok Computer (1997)

Radiohead - Ok Computer (1997)

E aí, rapeizi! Vim animado postar um álbum nada animado, mas animador… É o seguinte: Hoje já apareci falando de outro divisor, e que é, de fato. Portanto, me sinto animado em poder conhecer este trabalho. Facilmente consigo encaixá-lo numa sessão discográfica internacional dos “all-times bests“, ao lado de outras preciosidades que noutra dita já falei. Mas venhamos e convenhamos: Que álbum triste! Triste, porém muito bonito. Bem, se for pra derrubar, que a pancada seja certeira, claro.

Em 1997, Tom Yorke, vocalista da banda Radiohead, que em 1995 já havia feito sucesso com a música Fake Plastic Trees (não esqueço a propaganda da síndrome de down, do menino Pedrinho.. rs), e antes disso em 1995, com a música Creep, resolve deixar fluir uma inspiração fenomenal, e permite o nascimento do álbum Ok Computer. E se alguém acha que estou “pagando pau” (e estou mesmo.. rs) para o álbum, posso dizer que ele foi aclamado na lista dos 200 discos definitivos no Rock’n’roll Hall of Fame, alcançou a 162ª posição dos 500 melhores discos de todos os tempos, eleitos pela revista Rolling Stone (em 2003), tem gente que o compara com o The Dark Side of the Moon (Pink Floyd), e uma série de premiações. [Fonte: Wikipedia] Mas estes dados são apenas fontes de referência em relação à mídia exterior. Eu acho um álbum excelente, uma obra-prima do Radiohead e do rock em geral.

O caso é que o Tom Yorke resolveu explorar bastante (como temática) o seu desprezo pela forma como as pessoas encaram a vida e o mundo naquele fim de século, já entregue ao conformismo, mas sempre incitando o ideal de levar uma vida mais simples e espiritual. E, para isso, procura se afastar um pouco daquela estrutura linear do rock’n’roll e adentrar em estruturas rítmicas e melódicas mais complexas que as utilizadas nos dois álbuns anteriores do Radiohead. Isso já fica evidente na faixa de abertura do álbum, a intrigante Airbag. “In a deep deep sleep of the innocent / I am born again” (Num profundo sono do inocente / Eu nasço mais uma vez).

Sem perder tempo, nos deparamos com a faixa Paranoid Android. É, andróide paranóico. Uma faixa bem tristonha, um tanto perturbadora, paranóica como o próprio nome indica. E para isso, podemos dar um saque na estranha animação que foi criada para ela. Confira:

A quarta faixa, Exit music (for a film), é bem, bem, bem tristinha, bem, bem, bem nostálgica… Há quem diga ser a música mais triste do álbum. Mas é onde Tom Yorkedeixa um tanto explícito a vontade de fugir desse mundo que ele, definitivamente, não se encaixa. “Wake from your sleep / The drying of your tears / Today we escape / Pack and get dressed / Before your father hear us / Before all hell breaks loose / Breathe, keep breathing / Don’t lose your nerve / Breathe, keep breathing / I can’t do this alone” (Acorde de seu sono / O secamento das suas lágrimas / Hoje nós vamos fugir / Faça sua mala e vista-se / Antes que seu pai nos ouça / Antes que todo o inferno se liberte / Respire, continue respirando / Não perca o controle / Respire, continue respirando / Eu não consigo fazer isso sozinho).

Outra faixa que me emociona é a décima, No Surprises. Não menos melancólica, não menos tristinha, atmosfericamente depressiva, ela busca nos levar a um estado de suspensão, de desligamento, de fuga de todo o mundo que nos cerca. Tem uma letra bem característica também. Lembra do que falei sobre o desejo de uma vida mais simples, mais espiritual? Dá um saque na letra (e depois no clipe): “A heart that’s full up like a landfill / A job that slowly kills you / Bruises that won’t heal / You were so tired, happy / Bring down the government / They don’t speak for her / I’ll take the quiet life, a handshake of carbon monoxide / No alarms and no surprises / Silent / This is my final fit, my final bellyache with / No alarms and no surprises, please / Such a pretty house, such a pretty garden / No alarms and no surprises, please” (Um coração que está cheio como um depósito de lixo / Um trabalho que vagarosamente mata você / Contusão que não curará / Você estava tão cansada, feliz / Derrubando o governo / Eles não, eles não falam por ela / Eu levarei uma vida calma, um aceno de mão de monóxido de carbono / Sem alarmes e sem surpresas / Calmo / Esse é meu ataque final, minhas reclamações finais / Sem alarmes e sem surpresas, por favor / Apenas uma casa bonita, apenas um jardim bonito / Sem alarmes e sem surpresas, por favor). Minha predileta do álbum.

Ah! Rapeizi, peço um pequeno espaço para apresentar uma boa curiosidade!

Easy Stars All-Stars - Radiodread (2006)

Easy Stars All-Stars - Radiodread (2006)

Em 2006, a banda Easy Stars All-Stars, que já havia conseguido um reconhecimento por “reinventar”, ao seu modo, o álbum The Dub Side of the Moon (referência ao The Dark Side of the Moon, do Pink Floyd), que é um clássico-dos-clássicos, resolveu fazer o mesmo com este álbum do Radiohead, e denominou-o Radiodread. A linha musical da Easy Stars All-Stars engendra a face do reggae, dub ska. O legal deste trabalho, assim como o do primeiro, é que eles seguem a ordem das músicas do álbum original, faixa a faixa, realizando suas transformações peculiares. E não é que ficou bom? Uma verdadeira surpresa para quem não conhece o trabalho dessa banda e já conhece o Ok Computer do Radiohead. Recomendo, viu?

Anyway, deixo aqui a recomendação (ou melhor, recomendações) da semana. São apenas cinquenta minutinhos de sofrimento. Afaste-se de quaisquer objetos cortantes ao apreciar o álbum. rs. (brincadeeeiraaa.. hahaha). Também vale uma horinha a mais para mexer as cadeiras ao som dançante da Easy Stars All-Stars, após o Radiohead. Citando a febre das hashtags, #ficaadica.

Até breve!! 🙂

Link para o Ok Computer: http://www.mediafire.com/?21dq09fesb1ehkk

Link para o Radiodread: http://www.mediafire.com/?rgr5jrk31zx9ehz

 
1 comentário

Publicado por em 27 de fevereiro de 2012 em Musicalizando

 

Desabafo:

Aquela sexta que você queria ficar em casa de maresia e seus amigos ficam te ligando pra sair. Daí você se arruma toda e eles só aparecem meia noite! Aliás, essas coisas tem acontecido com frequência… Mania de querer me ver na rua…aiai. E a Princesa que só queria aqueles cochilos que te deixam mais feliz fica aqui emburrada esperando esperando e esperando…

#aprenderadizernãourgente!

 
Deixe um comentário

Publicado por em 24 de fevereiro de 2012 em Mundo cão, Pior é na Guerra, Porta Retrato

 

Personal Rockstar

Hoje o post é diferente. Para começar, deveria ser ontem. Para terminar, não vou escrever quase nada.

Vi no Assim como você essa música simplesmente linda. Não sei se é a fase, a TPM ou o simples fato de que eu sou chorona mesmo, mas as lágrimas rolaram soltas.

 

Lembrem de clicar no link aí em cima e conhecer o trabalho do tio Jairo Marques e sua participação na conquista do mundo pelos matrixianos.

Um beijo para quem fica e feliz ano novo!

(segundo me informaram, essa “piada” depois do carnaval se equivale ao “pavê ou pa cumê” nas festas de fim de ano)

 
Deixe um comentário

Publicado por em 23 de fevereiro de 2012 em Musicalizando