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Gigante olhar castanho

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Corria com o olhar esperto, pulava em minhas costas
e me perguntava se estava mais pesada
Trazia sempre um riso alegre

Trocava comigo mensagens, pequenos erros no que escrevia
Mas não se contia… Tinha muito pra dizer
Mesmo que em Faz de conta

E nos teus olhos gigante me via
Refletido em brilho castanho
… E agora, já estou pesada ?

Thalles Nathan 17/07/13

 
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Publicado por em 17 de julho de 2013 em Licença Poética

 

Sem a brasa do teus passos

Sem a brasa do teus passos

Te vejo tão só olhando os cômodos vazios
Perdida no dia, quarto escuro sem luz
Ela atropela os sentimentos recentes
Os pés parecem caminhar entre brasa

Contava seu passos para o precipício
Chorou sozinha a dor de sua própria cruz
Trazia consigo amor de fúria luzente
Não se vê em nenhum canto desta casa

E ela só precisava de alguém que a fizesse sonhar..
Sem a brasa do teus passos
Só precisa de mais uma tela branca pra pintar
Sem linhas retas, sem traços…

Assim caminha, desconexa, Definindo
seu horizonte. Sem flor, nem alma, nem jardins.
Colhe teus frutos amargos e ingerindo
Sorrisos, engulido junto aos maus súbitos
… Só ela não sabia disso

Bruno de Santana Cruz / Thalles Nathan
14/01/12

 
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Publicado por em 15 de janeiro de 2013 em Licença Poética

 

Acredita?

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Acredita em mim?
Mesmo quando não falo…
E as retências são maiores?

Percebe o quanto estou nervoso,
Apertando minhas mãos que tremem e suam frias 
Quando as estendo vazias?

Acredite em minha pausa demorada 
Nos meus discursos, pois também discorro em silêncio
Discursando assim um infinito todo, 
que não consigo expressar em palavras 

Percebendo tal nervosismo 
Que minha timidez revela 
E então sabes… 

Sabes então que te amo
Mesmo quando não defino o quanto 
Sabes que te amo, e te ponho os meus olhos de menino
E então sabes…

Sabes então que te amo 
Pois meus joelhos tremem descontroladamente 
Dando todos os sinais 
E então percebe que homem jamais te amou
como te ama este menino

Thalles Nathan 14/07/12

 
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Publicado por em 13 de dezembro de 2012 em Guerra dos Sexos

 

Queime em paz

É fogo!

Dia de praia, fogo de palha.
… Queimava-me por dentro
Só pode ser azia.
Meus passos foram seguidos por minha sombra
Transpirava no caminho
Antes do mar; Suor…

Paixão que não queima
É beijo de lábios enrijecidos,
Mas tudo bem… Não precisa incendiar
Por que, eu me vejo frio.
Só meus versos são piromaníacos

Fogo queima: Pelos, mãos, dedos
Carros, casas, fósforos e papéis
… Sol é estrela incendiária!
E do céu: Queima, aquece, ilumina desperta
Bronzeia, descasca e resseca.
E haja protetor solar…

Thalles Nathan  25/09/12

 
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Publicado por em 29 de outubro de 2012 em Licença Poética