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Arquivo da categoria: Chuta que é Macumba

Amigos Joselitos

Sempre que me falta assunto, vem alguma história da infância/adolescência que me dá vontade de contar. E é o que vou fazer.

Eu juro que tenho quase uma completa inocência. Geralmente sou inocente. Sério. Não é maldade. Sou considerado o “bom garoto”, que toda mamãe quer como genro. Mas às vezes as coisas saem do controle (como o fogo de um post passado).

Toda viagem de adolescente, sempre aparece um sem-noção que suja a cara de alguém de pasta, esconde as coisas dos outros, tranca outro no quarto, etc…

Mas sabe quando as pessoas insistem em não sair da infância? Eu não acho que seja desses… ainda guardo um pouco de noção. Menos quando outra pessoa sem-noção faz coisas sem-noção pra cima de mim.

Numa destas viagens, com a galera da qual o sem-noção faz parte, nós saímos pela noite pra tomar umas, comer qualquer besteira, reconhecer o ambiente hostil, etc… “Terra alheia, pisa no chão devagar…”

Nisto, “Jão-sem-noção” encontrou um amigo (ele sempre encontrava algum conhecido em todo lugar que íamos) e se separou da galera, o que levou “Zé-sem-noção” ao ápice do ciúme e desejo de vingança (alok).
Zé-sem-noção elaborou um plano maligno contra Jão e nos incluiu nisso.
Como na turma dos sem-noção ou você se omite, ou você se corrompe ou você vai pra guerra, eu preferi me omitir (mesmo sabendo os riscos que estaria correndo).

A idéia de Zé era: “que tal jogar o xampu do Jão fora e colocar água oxigenada com bastante amônia no lugar?”.
Mas como era necessário sol e muito tempo, resolveram mudar para um “estimulante sexual” na bebida. Como também não acharam, resolveram usar um laxante. O que, para eles, deveria ser algo bem engraçado.
E lá se foram à farmácia. Com uma menina fingindo dor.

Compraram o laxante tradicional, muito mais forte e muito mais barato. O farmacêutico disse que 2 era mais do que suficiente para se aliviar sem fronteiras. Os sem-noção compraram 5.
No churras do dia seguinte, todos estavam apreensivos com algum mole de Jão para que eles conseguissem colocar o plano em prática.

Enquanto ele ia dar umas roubadas na carne mal-passada, quase crua (coisa de sem-noção), o pessoal triturava os comprimidos e jogava no copo. Cada roubada na carne era uma mexidinha no copo.
Depois do churrasco, baba! E o efeito veio rápido. Nem chegamos ao campo e ele: “Car@Lh#! Preciso ir ali!”

O pior é que tínhamos combinado uma saída noturna e o efeito não passava! Como era uma pizzaria, ele topou ir, mesmo com dor de barriga.
Depois do primeiro pedaço, ele foi pro banheiro. Os caras todos rindo e as meninas já achando que a brincadeira já tinha passado dos limites.
Mas ele voltou rápido. Tão rápido que a galera ficou aliviada achando que o efeito já tinha acabado.
Mas aí ele falou:

– Cara, não tem como cagar nesse banheiro. A privada NÃO TEM PORTA! Quem tá mijando consegue ver quem tá cagando!

Meu rosto já doía de tanto rir. Ele dizia tudo isso na maior altura, no meio da pizzaria. Ele não queria passar vergonha sozinho. Mas tínhamos uma pizza para terminar e ele não podia esperar. Correu pro banheiro e… CARALHOOOOOO ele fez ali mesmo!!!

Depois, ao voltar pra casa, todos ficaram com medo de dormir pela vingança do Jão. E ele passou a madrugada indo ao banheiro de hora em hora…

Hoje a pizzaria é um bar. E o nome.. bem:

bar do cagão

 
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Publicado por em 17 de julho de 2013 em Chuta que é Macumba, Mundo cão, Pior é na Guerra

 

Só se vê na Bahia…

Gente que sofre e chora (de verdade!) ouvindo “Fulaninho e seus teclados” está até normal depois de “Pablo, o Mito!”, mas existem coisas no interior que ainda me deixam deslumbrado (ou intrigado)…

Lua cheia nascendo deslumbrante, mesmo sendo atrás da serra e não no mar… o sol se pondo idem…

lua cheia na serra

Restaurante que fecha para almoço (?!?!)

Ter mais jegues e cavalos do que cachorros e gatos na rua…

jegue na rua

Casas sem divisão de cômodos mas com sua parabólica

parabolica na roça

Sky HDTV com 6 pontos… e as pessoas continuam assistindo Globo, mesmo com Sky ¬¬

O nome “Roupa Domingueira” voltando a fazer sentido hauahuahaahueha

Academia por 30,00 (a mais cara)

Ser obrigado a “bater o baba” calçado (eu sofro tanto)…

Depois continuo lembrando das coisas loucas daqui, agora partiu descansar porque a academia (de 25,00) me matou!

 
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Publicado por em 29 de abril de 2013 em Chuta que é Macumba, Mundo cão, Pior é na Guerra, WTF?!

 

Pedalando, pedalando na bicicletinha

Numa das vezes vez que a passagem de ônibus aumentou, eu resolvi fazer uma manifestação silenciosa e ir de bicicleta pra faculdade. Assim economizava um dinheirinho e, de quebra, fazia exercício.
Fui aos trancos e barrancos, atropelando carros e quase caindo algumas vezes.
Vários tombos (e alguns retrovisores) depois, cheguei na faculdade, todo suado e cansado.
Aula, aula, aula, hora de ir embora. Pose de atleta.
Montei a bicicleta, dei uma pedalada e boing! – lá fui eu pro chão novamente, parecendo uma jaca mole.

tombo de bicicleta

Levantei, na classe, fiz novamente a pose de atleta, dei uma pedalada e despenquei de novo em cima de um carro do estacionamento.
Alguém achou que eu estava bêbado/drogado, porque escutei um comentário do tipo “mas já? tão cedo?”.
Morrendo de vergonha, notei que o pneu estava furado – e aprendi depois de alguns tombos que bicicleta com pneu furado não anda…

bicicleta com pneu furado

 
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Publicado por em 25 de março de 2013 em Chuta que é Macumba, Match Point, WTF?!

 

Serviço de Utilidade Pública aos Turistas em Salvador

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Quem chega em Salvador e não tem ninguém pra buscar e nem coragem de pagar caro num táxi (às vezes chega a R$ 100,00 para o centro, imagine pros outros lados da cidade), é sempre bom conhecer os transportes alternativos que passam pelo aeroporto.
Pra quem não sabe, o Aeroporto Internacional 2 de Julho (temporariamente chamado Luís Eduardo Magalhães rs) fica numa ponta de Salvador, quase Lauro de Freitas (cidade vizinha). Salvador é uma capital que pode ser considerada grande (pra quem está acostumado com Recife, Porto Alegre, Belém) ou pequena (pra quem se acostumou com Rio, Sampa e outras grandes cidades mundo afora). Um bairro central é o Rio Vermelho. Boêmio e bastante movimentado em qualquer horário, você pode ter de rodar até 30km pra chegar a ele (o que pode dar mais de uma hora num carro).

Quando não tenho quem me busque, sempre pego um ônibus qualquer que me leve para os bairros centrais e, chegando lá, pego um táxi (acabo gastando menos de R$ 30,00). No aeroporto tem os ônibus convencionais que custam R$ 2,80 (pelo menos até mar/2013) e tem os ônibus executivos (apelidado carinhosamente pelos baianos como “frescão”) com preços variados que chegam até R$ 6,00 (mas valem a pena pois tem ar-condicionado, poltronas acolchoadas e não param em muitos pontos).

No aeroporto não tem uma grande estação, mas os poucos ônibus que passam lá te levarão para os principais pontos da cidade: Barra, Rio Vermelho, Iguatemi, Rodoviária, Pelourinho (Praça da Sé), Cia de Navegação (terminal de lanchas), Mercado Modelo, Elevador Lacerda, Terminal de São Joaquim (ferry boat).
O executivo (Aeroporto-Praça da Sé) segue pela orla e é bem legal pra quem gosta de ir vendo a praia. Itapuã, Piatã, Patamares, Boca do Rio, Pituba, Amaralina, Rio Vermelho, Ondina e Barra estão na sua rota.
Dos convencionais, o Aeroporto-Campo Grande faz a mesma rota até o Rio Vermelho. Depois é outro caminho.
O Aeroporto-São Joaquim, só segue a orla até Patamares, depois segue pela Av. Paralela. É uma boa opção, pois passa na Estação Iguatemi, que tem ônibus pra todos os lugares da cidade, fica ao lado da rodoviária e ainda tem pontos de táxi.

Estes sites são muito bons para se conseguir a rota dos ônibus de Salvador e este para ter uma noção do preço do táxi.

Alguns lugares legais para quem visita:

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Centro Histórico (Pelourinho e adjacências), dá pra fazer tudo numa ida só: Vila Santo Antônio, Pelourinho, Terreiro de Jesus, Elevador Lacerda (e sua vista maravilhosa da Baía de Todos os Santos), Mercado Modelo e talvez até uma ida ao Forte São Marcelo.

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MAM: se vc curte museu, música (geralmente jazz), pôr de sol, etc. Este é um bom lugar pra ir. Nos sábados (dia de Jam no MAM) é bem cheio, se não gpstar, pode ir outro dia ou então chegar cedo, dar um passeio pelo museu, restaurante… lá é tudo muito lindo!

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Cidade Baixa: todo mundo se apaixona pela Cidade Baixa! Apesar de começar no Comércio, eu considero como Cidade Baixa a parte mais residencial. A área mais bonita também é a parte litorânea: Boa Viagem, Monte Serrat, Bonfim e Ribeira. Tem vistas lindas e a melhor sorveteria do mundo (a Sorveteria da Ribeira). Os passeios pelas praças e praias são muito bons.

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Litoral Norte: principalmente se vc tem carro e dinheiro. Praias lindas e muita coisa pra visitar, principalmente na Praia do Forte. Existem os lugares com pouca estrutura e mais baratos, são ótimos pra quem gosta de acampar.

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Parque de Pituaçu, Abaeté e Dique do Tororó: são lugares muito lindos e com lagoas boas pra andar de pedalinho. O Abaeté está sofrendo por falta de segurança e muitos casos de assalto, mas ainda tem seu charme (cuidado é sempre bom em qualquer lugar). São pontos diferentes da cidade, bom pra ir com conhecidos.

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Rio Vermelho: onde a boemia se encontra. Os melhores botecos da cidade e algumas boas casas de show. Ainda tem seu charme com seus largos (Entrada da Fonte do Boi, Largo da Mariquita e Largo de Santana), tradicionais acarajés (os mais famosos são Cira e Dinha) e Mercado do Peixe. Tem uma linda praia (Buracão) e é um lugar bom pra visitar qualquer hora do dia ou da noite.

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Porto da Barra: já foi eleita como uma das melhores praias do mundo. Além de estar sempre linda, ainda é próxima de outros lugares lindos de se conhecer, como Farol da Barra, Morro do Cristo. O bairro tem uma boa estrutura com hotéis, shopping, mercados, restaurantes e linhas de ônibus para todos os lugares.

*Como pode-se ver, a zona turística de Salvador é basicamente próxima do mar. Salvador tem outros lugares legais para se visitar, mas estes são os “obrigatórios” para uma primeira vez.

 
 

Não, não…

A minha versão de “sou legal, não tô te dando mole” é “tô sendo legal, não quero ser seu amigo”.
Porque, né? Quantas vezes você já não se deparou com o constrangimento daquela pessoa tentando a todo custo puxar assunto, te agradar, fazer milhões de perguntas e você só se dando ao direito de esboçar um sorrisinho de canto de boca?

Mas se você acha que qualquer pessoa com o mínimo de bom senso perceberia que está sendo inconveniente, as notícias não são animadoras: bom senso (de todos os tipos) está em falta.
É mais fácil encontrar um mico leão dourado na mangueira do quintal da sua avó.

Eu, que não sou nem de longe adepto Clube dos Anti-Sociais, já tentei de tudo pra me desvencilhar desses embaraços. Ainda assim passo por poucas e boas de vez em quando… imagine quem realmente não tem problema nenhum em ser rude.

Portanto, se você, assim como eu, é iniciante nas lições de como dispensar malas sem alça, não se culpe pelo insucesso. Estamos todos fadados a ele em algum momento das nossas vidas. Tamo junto!

anti-social

Mas, se você é uma pessoa que não se contenta em parar no “bom dia”, que insiste em debater sobre temas banais como o meteorologia do Sudão, tente captar a energia do ambiente, tente descobrir se a pessoa à sua frente realmente está fazendo questão de saber sobre o seu fim de semana em Itaquaquecetuba com 7 crianças, 5 cachorros, 3 papagaios e 2 tartarugas fêmeas no cio (não sei se tartaruga fica no cio, só quero causar impacto), enquanto ela tem que descobrir qual a raiz quadrada de 5.184 (que é 72, por sinal).

Então, só pra esclarecer de vez essa situação, se a pessoa não quiser ser sua amiga, deixe as coisas como estão. De qualquer forma, ela não seria mesmo uma boa companhia, pelo menos naquele momento.

 
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Publicado por em 3 de janeiro de 2013 em Chuta que é Macumba, Mundo cão, Pior é na Guerra, WTF?!

 

Em defesa da raça ruim

O comentário foi ficando tão grande que não cabia mais e teve que virar um post.

Em resposta ao texto “Cafa!“, lá vai.
Wlad, este cara que vc descreveu é o canalha.

Elas podem adorar o “cafa”, continuarão adorando, pq sabem em que estão se metendo, não irão sofrer por mentiras nem serão enganadas.
O canalha é o cara que se ama. E só. Ele malha pra ficar bonito e não saudável (como muita mulher por aí).
O canalha se veste com uma regata P pra desenhar todos os músculos que ele fez crescer em decréscimo do cérebro, que talvez nem tenha diminuído, talvez ele sempre tenha sido pequeno mesmo.

O cafa pode não querer namorar, mas ele consegue. Ele acha legal passar toda a noite com a mesma menina que ele conheceu e ficou durante algum show.
Já o canalha quer todas, fará o possível pra bater um recorde atrás do outro. Ele tem uma lista de e-mails femininos (ou telefones) em que envia a mesma mensagem para todas. E algumas “patas” caem nesta “armadilha” ridícula.

cafajeste e canalha

Talvez algum cafa tenha sido canalha por alguma vez, mas nenhum canalha consegue ser cafa. Para o cafa, o que vale é a conquista, pode ser apenas pra massagear seu ego, mas ele não causará nenhum estrago em corações que passem por suas mãos. Ele não promete amor, relacionamento nem nada disso, mas nem por isso trata mal.

O canalha é um cara que vive em micaretas, baladinhas sertanejas, baile funk, etc., tá pouco se lixando pras meninas que ficou, nunca terá nenhuma lembrança de nenhum momento legal que viveu. Sua memória se resume a putaria, putaria, putaria…

Um cara que não sabe o nome de ninguém, chama de “gata” já no primeiro minuto da conversa, chama de “gostosa” já no segundo minuto. Isso se alguma menina aceitar a abordagem, pois ele já chega “chegando”. Ele quer tudo pra agora, se seu ataque não deu certo no primeiro alvo, ele não “trabalha” a cliente a fim de conhecer seus valores, suas vontades, entre outras coisas. Ele simplesmente parte para a próxima, esperando que ela “se abra” mais facilmente.

Um cara em que suas bandas favoritas são renovadas a cada verão e que sua playlist se resuma a sertanejo, arrocha, funk.. de preferência se houver algum destes estilos universitários (pra um momento mais “romântico”).

O canalha não cuida de nenhuma mulher, até porque ele não sabe. Troca os nomes e não dá o mínimo de atenção. Não sabe elogiar. Suas conversas se baseiam em: “uau, que gata!”, “que delicia”, “ô la em casa”. Tem também os: “cê viu quanta mulé gostosa no Big Brother?”, “cê viu aquele carrão? rebaixado, aro 20′ “.
Eles não prestam atenção na roupa da mulher e sim no desenho que a roupa faz no corpo. Não dá a mínima pra um penteado ou um corte de cabelo. Não dá a mínima para um sorriso.

o canalha

Ele adora aparecer. Ele só viu as peças da moda, os shows da moda, os filmes da moda. Não aguenta ver uma mulher e: “peito pra fora, barriga pra dentro”. É o cara com todos os amigos, é o cara que, aparentemente, só tem vantagens. Um carrão, ar de superior, roupas de marca, entradas VIP para as boates caras. O canalha é um pavão.

Você pode dizer que canalha é substantivo e cafajeste é adjetivo.
Você pode dizer que canalha é um idiota exibido e cafajeste é um idiota manipulador
Mas sempre tenha certeza que canalha é uma coisa e cafajeste é outra.
Mas ambos são dois trastes!

 
 

Acontece

Sou um bosta. Condenado ao anonimato por medo de exposição. Por não querer que os outros decifrem o que eu estava sentindo quando escrevi. Aquilo. Daquele jeito. Naquele instante. Por medo mesmo, covardia.

Medo de descobrir o que há de mais podre em mim enquanto eu escrevo, e também de permitir que alguém descubra.
Que minha mente é perversa. Ou precisa de mais liberdade do que o que é socialmente aceitável.

Descobrir que passar a vida inteira em um planeta só é pouco para mim e por isso eu preciso dormir muito todas as noites.

Para viajar até por onde não existe.

Às vezes sinto pena de mim. Quando durmo sem sair do lugar. Simplesmente fico deitado com os olhos fechados esperando o dia amanhecer.
E não é bom se descobrir infeliz.

Mas, se não fosse esse tantinho de infelicidade que me persegue até nos meus sonhos, eu não ia ter mais combustível.

Mais fácil continuar mostrando a máscara sorridente de um carnaval e esconder o meu eu dentro de mim.
Esconder meus textos em uma gaveta.
Numa lata de lixo onde ninguém possa ver. Ninguém possa ler.

Assim eu não preciso mais tentar distinguir o que é realidade, o que é imaginação e o que além de imaginação também é a minha vontade.

Ou esconder essa vontade atrás de vírgulas, aspas, acentos, pontos e travessões. E negar até a morte que o texto tenha origem numa vontade reprimida. Por que deveriam ser?

Melhor escrever textos desconexos que só façam sentido para mim.
Poesias concretas, talvez.

Por que tenho que explicar onde termina o que usei como ponto de partida e onde começa o resto?

Tudo o que escrevo aconteceu em alguma realidade, nem que seja só no meu pensamento. Não necessariamente minha vontade de fazer acontecer. Apenas na vontade de ter aquilo expressado.
Algumas vezes nos sonhos, outras nos pesadelos, mas sempre na minha vontade.

Porque a vontade é o que me leva para longe sem me tirar do lugar.
É a fantasia centrada.

“Se eu vejo um papel qualquer no chão
Tremo, corro e apanho pra esconder
Com medo de ter sido uma anotação que eu fiz
Que não se possa ler
E eu gosto de escrever, mas…
Mas eu sinto medo!
Eu sinto medo!”

Raul Seixas

 
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Publicado por em 12 de novembro de 2012 em Chuta que é Macumba, Pseudo Cult